domingo, 2 de dezembro de 2012

"Património ferroviário em risco"

A CP prepara-se para alienar os terrenos onde se inclui o Bairro Ferroviário, o Palácio do Coimbra e outros imóveis de habitação de que é proprietária aquela empresa.
 É com profunda preocupação que o Movimento Cívico em Defesa do Património Ferroviário do Barreiro encara esta situação, temendo-se pela sorte do histórico bairro operário ferroviário.
 Perante esta posição da CP é justo questionar: vai a empresa permitir que os actuais moradores possam adquirir os imóveis de que são arrendatários?

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Barreiro-mar Estação Fluvial: em degradação acelerada

Estação Ferroviária e Fluvial dos Caminhos de Ferro do Sul e Sueste, construída em 1884, projectada pelo Engº Miguel Pais. Postal de 1910

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

De que matéria é feita a memória


 
A memória é feita de tempos e espaços, muitos acontecimentos e lugares. Sobre um lugar, ou acontecimento, podemos guardar em nós um universo de lembranças, sensações e sentimentos. É assim que construímos uma memória individual e uma visão do mundo. Se à nossa juntamos a riqueza de outras, sobre um mesmo lugar e acontecimento, nasce uma combinação que poderemos considerar memória colectiva.
No Barreiro ferroviário existem muitos lugares onde se registaram múltiplos acontecimentos. É sobre eles que pousa o nosso olhar, com o qual questionamos o tempo.
A memória ferroviária foi tecida em quotidianos de dificuldades e privações de natureza vária, sentidos na pele por homens, mulheres e crianças, famílias inteiras que foram chegando ao Barreiro.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Reflexões sobre património e identidade

 Classificar: porquê e para quê

Quando se fala em classificação de património o que se pretende é salvaguardar e preservar certos elementos da cultura material e imaterial de um povo, os quais serão tão representativos que, por si só, permitam facilmente, apreender as origens e a evolução histórica de uma determinada comunidade humana e a forma como a sua presença condicionou o território. É a partir deste “ambiente histórico” que se firmam noções de identidade e de património.