quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Colóquio/debate “O Património Ferroviário do Barreiro que futuro?”

No sentido de discutir com a comunidade, dando ideias e contributos para a preservação e uso do Património Ferroviário do Barreiro.

 O Movimento Cívico de Salvaguarda do Património Ferroviário do Barreiro, vai realizar um colóquio/debate sobre “O Património Ferroviário do Barreiro, que futuro?”, que terá lugar no dia 7 de Dezembro às 15,30 horas, no Espaço L, Antiga Estação do Lavradio, para qual convidamos todos os cidadãos interessados.
 
O colóquio/debate, contará com a participação de várias opiniões, entre as quais a de Rui Lopo Vereador CMB, Humberto Candeias, ABPMF, tendo sido também convidados, a Junta de Freguesia do Barreiro/ Lavradio, CP, Refer, etc.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Postais com o Patrimonio Ferroviario do Barreiro

Integrado na campanha de fundos para a reabilitação da Antiga Estação do Lavradio "Espaço L"
O Movimento Civico de salvaguarda do Património Ferroviario, tem uma colecção de 8 postais com o patrimonio ferroviario do Barreiro, quem estiver interessado é favor contactar o movimento.
 
 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Património Ferroviário em Risco, o Caso do Complexo do Barreiro

Jorge Custódio | Professor de Arqueologia Industrial, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
 
O abandono do complexo ferroviário do Barreiro significa não proteger uma herança cultural oitocentista., desde sempre relevante na História e progresso do país.
A Comunicação Social portuguesa e estrangeira tem vindo a interessar-se, ultimamente, por alguns dos principais problemas da preservação, salvaguarda e conservação do Património dos caminhos-de-ferro portugueses.

O caso do abandono do complexo ferroviário do Barreiro veio a lume porque um grupo de cidadãos criou o Movimento Cívico para a Salvaguarda do Património Ferroviário naquela cidade. Este Movimento tem como objectivo principal sensibilizar e intervir na protecção da herança cultural ferroviária, ameaçada desde 1998, com o encerramento da Estação Fluvial oitocentista e cuja espiral de degradação e desinteresse público culmina na actual desocupação do bairro de 23 moradias operárias unifamiliares, datado de 1933-1935.