quinta-feira, 23 de maio de 2013

Projecto Estação Lavradio, Preserva o Patrimonio Ferroviáro

O Movimento Cívico de Salvaguarda do Património Ferroviário do Barreiro (MCSPFB) desenvolveu contactos com a REFER no sentido de ser realizado um projecto de utilização do edifício de passageiros e cais coberto da estação do lavradio, que se encontra parcialmente inaproveitado e sujeito a vandalismo.

Posteriormente a associaram-se ao projecto a Associação Barreiro Património Memória e Futuro (ABPMF) e a Associação das Colectividades do Concelho do Barreiro (ACCB), as três entidades estão prestes a celebrar um protocolo de cedência com a REFER - PATRIMÓNIO que possibilitará a sua sediação e desenvolvimento de actividades culturais e/ou relacionadas com a preservação do património, dando vida a um espaço que parecia condenado à destruição.

Neste âmbito irá ser feito uma acção de limpeza e Pequena conservação, no DIA B, sábado 4 de Maio, Organizado pela Câmara Municipal do Barreiro, iniciando um período de colaboração que se pretende frutuoso na defesa do Património Ferroviário do Barreiro.

quarta-feira, 6 de março de 2013

CLASSIFICAÇÃO DO PATRIMÓNIO FERROVIÁRIO do BARREIRO

(comunicado n.º 2)

1- O MCSPFB foi criado em Maio de 2012 com o objectivo concreto de lutar pela preservação do importante património ferroviário do Barreiro: um conjunto de edifícios, equipamentos e material quase único em Portugal, intimamente ligado à história contemporânea da grande vila-cidade, industrial e operária, parte inalienável da memória colectiva de 150 anos de trabalho e progresso tecnológico socialmente relevante.

domingo, 2 de dezembro de 2012

"Património ferroviário em risco"

A CP prepara-se para alienar os terrenos onde se inclui o Bairro Ferroviário, o Palácio do Coimbra e outros imóveis de habitação de que é proprietária aquela empresa.
 É com profunda preocupação que o Movimento Cívico em Defesa do Património Ferroviário do Barreiro encara esta situação, temendo-se pela sorte do histórico bairro operário ferroviário.
 Perante esta posição da CP é justo questionar: vai a empresa permitir que os actuais moradores possam adquirir os imóveis de que são arrendatários?